Um casal pediu à Justiça a reintegração de posse de uma casa no Recreio dos Bandeirantes, na Zona Sudoeste do Rio de Janeiro, ocupada pelo atacante Pedro Guilherme, do Flamengo.
Segundo a coluna de Ancelmo Gois, a disputa envolve a compra do imóvel pelo jogador em leilão, após o casal deixar a residência em um procedimento ligado à Caixa Econômica Federal.
Pedro foi acionado na 3ª Vara Cível da Barra da Tijuca. A informação foi publicada em 21 de outubro de 2026.

O caso também envolve uma decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ), de agosto de 2026, que anulou a execução relacionada ao imóvel, e um pedido de liminar para que o casal retorne à casa.
Como começou a disputa pelo imóvel no Recreio dos Bandeirantes
O casal deixou de pagar parcelas do financiamento imobiliário, segundo o relato sobre o caso. Os atrasos levaram a Caixa Econômica Federal a iniciar um procedimento de execução extrajudicial relacionado à casa.
No curso desse procedimento, os antigos moradores foram obrigados a desocupar a residência. Depois da saída do casal, o imóvel foi levado a leilão e arrematado pelo atacante Pedro Guilherme, do Flamengo.
A sequência entre a execução, a desocupação e a compra em leilão está no centro do pedido apresentado pelo casal. A informação sobre o caso foi divulgada pela coluna de Ancelmo Gois.
Pedido de reintegração e decisão do STJ sobre a execução
Em agosto de 2026, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) anulou a execução extrajudicial em decisão definitiva. Segundo a decisão, o casal não recebeu notificação pessoal para regularizar a dívida, procedimento exigido por lei.
Com a anulação, os autores afirmam ter recuperado o direito à posse da casa. Esse entendimento embasa a ação de reintegração de posse de imóvel movida na 3ª Vara Cível da Barra da Tijuca.
O casal sustenta que Pedro foi notificado para deixar o imóvel voluntariamente, mas continuou na residência. Por isso, pediu uma liminar para retornar imediatamente à casa.

